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Archive for Janeiro, 2010

CINEMA às 6ªs-feiras


19 FEVEREIRO

21h30

OS SETE SAMURAIS

de AKIRA KUROSAWA

1954, P/B, 207min., Japão

Ingressos: 2,5 €

sinopse:

No século XVI, durante a era Sengoku, quando os poderosos samurais de outrora estavam com os dias contados pois eram agora desprezados pelos seus aristocráticos senhores (samurais sem mestre eram chamados de “ronin”). Kambei (Takashi Shimura), um guerreiro veterano sem dinheiro, chega em uma aldeia indefesa que foi saqueada repetidamente por ladrões assassinos. Os moradores do vilarejo pedem sua ajuda, fazendo com que Kambei recrute seis outros ronins, que concordam em ensinar os habitantes como devem se defender em troca de comida. Os aldeões dão boas-vindas aos guerreiros e algumas relações começam. Katsushiro (Ko Kimura) se apaixona por um das mulheres locais, embora os outros ronins mantenham distância dos camponeses. O último dos guerreiros que chega é Kikuchio (Toshiro Mifune), que finge estar qualificado mas na realidade é o filho de um camponês que almeja aceitação. Os bandoleiros chegam e no final os vilões são derrotados, mas só três samurais sobrevivem e estes contemplam os túmulo dos camaradas enquanto os aldeões plantam arroz para a próxima estação.

elenco:

  • Takashi Shimura (Kambei Shimada)
  • Toshirô Mifune (Kikuchiyo)
  • Yoshio Inaba (Gorobei Katayama)
  • Seiji Miyaguchi (Kyuzo)
  • Minoru Chiaki (Heihachi Hayashida)
  • Daisuke Katô (Shichiroji)
  • Isao Kimura (Katsushiro)
  • Kamatari Fujiwara (Manzo)
  • Kokuten Kodo (Gisaku)
  • Bokuzen Hidari (Yohei)
  • Yoshio Kosugi (Mosuke)
  • Yoshio Tsuchiya (Rikichi)
  • Keiji Sakakida (Gasaku)
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    Exposição Colectiva de Fotografia

    De 6 de Fevereiro a 14 de Março

    Piso 1 | Galeria Amarela

    INAUGURAÇÃO – 6 de Fevereiro – 17h30

    Entrada Livre

    Projectos Fotográficos realizados pelos alunos da 2ª edição do workshop de fotografia “Olhar o Barreiro… de Outro Modo”, ministrado pelo fotógrafo António Lopes, presidente da APAF – Associação Portuguesa de Arte Fotográfica.

    Podem acompanhar os trabalhos através do blog:
    http://outro-modo.blogspot.com/

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    DE 2 DE FEVEREIRO A 3 DE ABRIL

    No âmbito das comemorações da chegada dos Caminhos de Ferro ao Barreiro, promovidas pela Câmara Municipal (CMB) em colaboração com a CP – Caminhos de Ferro Portugueses, REFER – Rede Ferroviária Nacional, EMEF – Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário e Fundação do Museu Nacional Ferroviário, inaugura na próxima terça-feira, dia 2 de Fevereiro, pelas 18h00, na Galeria Municipal de Arte, a exposição 150 Anos de Caminhos-de-Ferro no Barreiro – Património de Afectos.

    A escolha de 2 de Fevereiro de 2010 para data de inauguração justifica-se pelo facto de nesse mesmo dia se assinalar o 151º aniversário da viagem inaugural efectuada pelo Rei D. Pedro V e a Família Real com destino a Vendas Novas, no ido ano de 1859.

    A sessão contará com a presença do Presidente da CMB, Carlos Humberto de Carvalho, e da Vereadora responsável pela Acção Sócio Cultural da CMB, Regina Janeiro.

    Música na Inauguração

    A inauguração da mostra contará com a actuação do Grupo Coral Alentejano Os Amigos do Barreiro, que cantará o conhecido tema popular Quando Eu Cheguei ao Barreiro, e do Grupo Animae Vox, que irá apresentar a peça O Coro dos Escravos, da Ópera Nabuco, de Verdi.
    Trinta e oito particulares/instituições colaboraram neste núcleo da exposição. Entre eles: Instituto dos Ferroviários, Grupo Desportivo Ferroviários, Oficinas da EMEF e Fundação do Museu Nacional Ferroviário – este último cedeu material diversificado para o espaço criança distribuído por três salas da Galeria.
    Ainda nesta mostra passará, em permanência, o filme “Barreiro”, de Artur Bourdain de Macedo, cedido pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Sul e Sueste (BVSS), com imagens do Barreiro dos anos vinte do século passado. A recuperação do filme resulta de uma parceria entre os BVSS e a Cinemateca.

    Dois núcleos

    Na Galeria Municipal estará o Núcleo 1 desta exposição, que tratará da vertente mais humana, cultural e associativa da tradição ferroviária. O Núcleo 2 da mostra abrirá ao público em Abril no Ex–Quartel de Bombeiros de Sul e Sueste e debruçar-se-á sobre temas mais relacionados com a condição ferroviária: a história, os homens, o trabalho e as profissões.

    Esta é uma das actividades que a CMB, em colaboração com a CP, REFER, EMEF e Fundação do Museu Nacional Ferroviário, se encontra a desenvolver entre 2009 e 2011. Estas actividades incluem concertos, conferências, visitas dirigidas a diversos públicos, exposições, edições e concursos.

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    24 JAN. Sáb. | 10h 45 m’ | 0 aos 12 meses

    Atelier de Dança Criativa para crianças dos 0 aos 12 meses

    A partir de um Berço Indiano, das imagens e das ideias que este berço suscita no nosso imaginário vamos construir pequenas composições coreográficas. Estas danças são criadas a partir das posições do sono e dos movimentos do sonho, reunindo assim o real e o fantástico, numa aventura única em que a dança verbaliza o berço dos nossos sonhos.

    Ingressos – 2,50€ por pessoa

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    O Sangue

     

     

      

    de Pedro Costa

     

     

      

     

      

    com

    Pedro Hestnes Ferreira (Vicente), Nuno Ferreira (Nino), Inês de Medeiros (Clara), Luís Miguel Cintra (Tio), Canto e Castro (Pai), Isabel de Castro (Mulher) e Henrique Viana (1º Credor).

    Sinopse:

    Uma terra de província. Natal, fim de ano. Dois irmãos. Vicente tem dezassete anos, Nino dez. Juram guardar um segredo, que tem a ver com as frequentes ausências do pai. Apenas uma rapariga, Clara, o partilha com Vicente. É que, desta vez, o pai não se ausentou apenas, como das outras. Que se passou? Só Vicente e Clara o sabem.

    Mistérios, promessas, separações, esperas. À força de quererem sobreviver ao seu segredo, os dois irmãos perdem-se.

    Observações:

    Primeira longa-metragem de Pedro Costa, discípulo de António Reis e um dos mais singulares realizadores do cinema português contemporâneo. Estreou comercialmente no Forum-Picoas, em 7 de Dezembro de 1990, com grande aplauso da crítica e pouco público.

    Mais tarde, Pedro Costa iria “renegar” os príncipios narrativos deste filme e explorar outras formas de cinema.

    Prémios e Festivais:

    Menção Especial da Crítica no Festival de Cinema de Roterdão, em 1990

    Primeiro Prémio no Festival de Cinema dos Países de Língua Oficial Portuguesa, em Aveiro, 1990

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    A Galeria Branca (Piso 1) do Auditório Municipal Augusto Cabrita (AMAC), no Barreiro, vai receber “Ninguém” de 23 de Janeiro a 21 de Fevereiro. “Ninguém” é uma exposição colectiva de fotografia do projecto Colectivo ALT, que resulta da edição de um livro electrónico composto por cerca de 70 fotografias, 20 das quais são, agora, apresentadas no Barreiro. A inauguração desta mostra está agendada para as 17h00 de sábado, dia 23.

    Os autores das imagens em exposição no AMAC são: Alberto Monteiro, Ana Sousa, Bruno Espadana, Carla Lopes, Fernando Ladeira, Filipe Raimundo, Hugo Valério, João Figueiredo, Jorge Santos, Leandro Ribeiro, Luís Duarte, Marta Brás Monteiro, Nuno Nozelos, Paula Leite, Paulo Alegria, Rui Vaz, Sandra Pereira, Vasco Gil, Vítor Cid e Z.
    Horário da exposição: terça a sexta-feira, das 9h00 às 13h00, das 14h00 às 19h00 e das 20h00 às 22h00. Sábados e domingos, das 14h00 às 19h00 e das 20h00 às 22h00.

    Sinopse

    «Lugares vazios que ficam suspensos em marcas deixadas por alguém que já esteve presente. Imagens silenciosas que nos deixam expectantes na ausência ou na quase presença. Cenários que, embora com ninguém, nos transmitem uma forte presença de alguém. Ligando todas as imagens, uma linha comum: “ninguém”.

    “Ninguém” é a abordagem do Colectivo ALT a imagens cheias de vazio. Nasce com a edição de um livro on-line, composto por cerca de 70 fotografias, que agora é transposto para uma exposição de 20 imagens de “ninguém”.»
    Informações sobre o projecto na Internet em:http://www.fotoalternativa.net/http://blog.fotoalternativa.net/.

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    Uma exposição “lindíssima” e repleta de “criatividade” “reflecte a forma de estar” dos autores. Assim caracterizou a Vice-Presidente da Câmara Municipal do Barreiro (CMB) a exposição de ilustração para a infância “O Voo do Pintarriscos”, com trabalhos da autoria de Paulo Galindro e Natalina Cóias, que inaugurou na tarde do passado sábado, 16 de Janeiro, no Auditório Municipal Augusto Cabrita (AMAC).

    Sofia Martins, responsável pelos Jardins e Espaços Verdes, Obras Municipais, e Águas e Saneamento da CMB, nesta sessão acompanhada, ainda, pelo Vereador Carlos Moreira, com a Administração Geral e Patrimonial e Auditoria, frisou a total receptividade da CMB em receber manifestações de arte e desejou a todos os presentes na inauguração e futuros visitantes: “Desfrutem desta linda exposição”.

    Tratando-se da primeira exposição em conjunto com os trabalhos “misturados” com os de Natalina Cóias, sua esposa, Paulo Galindrosublinhou nunca ter estado envolvido numa produção “tão grande e com tanto trabalho”.
    “Mexe-me com o coração”. Com estas palavras, o ilustrador de “O Tubarão na Banheira” (da Editorial Presença) e “O Cuquedo” (Livros Horizonte), que viveu 28 anos da sua vida no Barreiro, demonstrou estar sensibilizado com o momento.

    “Um prazer e um privilégio” são os sentimentos de Natalina Cóias em ter a oportunidade de expor num espaço onde tantas vezes se dirige com a família para apreciar trabalhos de outros autores e espectáculos.
    A todos a autora de “Hoje não quero dormir!!!” desejou: “Que saiam daqui com o coração mais colorido”.

    Na sessão marcaram, ainda, presença os escritores Clara Cunha (“O Cuquedo”), David Machado (“O Tubarão na Banheira”) e Alexandre Honrado (““Hoje não quero dormir!!!”), entre outras personalidades do universo da ilustração para a infância, amigos e admiradores do trabalho dos artistas.

    “O Cuquedo”, refira-se, foi Menção Especial do Prémio Nacional de Ilustração 2008. Nesta obra, a forte presença animal (figuras personificadas) e a temática do medo são recriadas a partir de um registo cromático intencionalmente contido e de um eficaz jogo de proporções/escala. As ilustrações são pontuadas por subtis notas de humor, que funcionam como contraponto do motivo nuclear da narrativa.

    Os exemplares dos dois artistas poderão ser admirados, com entrada livre, nas galerias Azul e Vermelha do AMAC, até 21 de Fevereiro, de terça a sexta-feira, das 9h00 às 13h00, das 14h00 às 19h00 e das 20h00 às 22h00. Aos sábados e domingos, das 14h00 às 19h00 e das 20h00 às 22h00.

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