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Archive for Junho, 2007

OUT.FEST 2007


OUT.FEST DE 16 A 23 DE JUNHO

A edição deste ano do Out.Fest – Encontros de Música e Imagem do Barreiro realiza-se de 16 a 23 de Junho, salvo pontuais actividades, no Auditório Municipal Augusto Cabrita (AMAC), no Barreiro.O Out.Fest é um festival anual – este ano no Verão – cuja programação procura reflectir o que de mais significativo se faz na música experimental contemporânea, nas suas mais diversas áreas, desde a música improvisada à electrónica abstracta, do free-jazz ao noise e às novas e inclassificáveis linguagens que todos os dias nascem e enriquecem um pouco mais o mundo. Paralelamente, o Out.Fest terá, em permanência, exposições a decorrer no AMAC, de 16 a 23 de Junho.O conceito de Imagem, no contexto do Out.Fest, pretende acolher e abranger todas as formas de expressão artística não estritamente musical, procurando ser um ponto de divulgação de novos e interessantes caminhos nas áreas do cinema, vídeo, fotografia, artes performativas e do vastíssimo mundo das artes de expressão plástica.O Out.Fest é organizado pela Searching Records em parceria com o Espaço Chapelaria, contando com o apoio da Câmara Municipal do Barreiro e, ainda, com a colaboração da Filho Único e a Variz.
Mais informações sobre o festival podem ser consultadas na Internet em www.outfest.pt.vu.

PROGRAMAÇÃO:
16 de Junho – AMAC – 22.00
Variable Geometry :: Orchestra (VGO) :: Tsuki
17 de Junho – AMAC – 22.00
Wolf Eyes :: Orthodox :: Tropa Macaca
22 de Junho – AMAC – 21.00
Samara Lubelski :: Curia :: Aki Onda :: Manuel Gião
23 de Junho – Avenida da Praia – 22.00
Caveira :: Josué O Salvador

Exposições Permanentes no AMAC
(16 a 23 de Junho; 17.00 – 22.00)

OUVIDO RARO / RARE EARN
a “cadeira de controlo”, onde o visitante terá à sua disposição o dispositivo de mistura de som, estarão também disponíveis as reproduções dos trabalhos gráficos submetidos pelos artistas, em acompanhamento das suas peças sonoras, para assim o visitante poder também construir uma narrativa visual, imaginando a virtual justaposição das imagens correspondentes aos sons que escolhe ouvir a cada momento.

MIGUEL SOARES – Videoarte
O Out.Fest irá apresentar uma compilação de videoclips realizados por Miguel Soares para música do seu alter-ego Migso, numa selecção que abrange o período de 2002 a 2006. Destaque especial para peças que recorrem a imagens dos arquivos Prelinger (uma colecção com mais de 60.000 filmes de grande importância histórica, e que desde 2002 integra a Biblioteca do Congresso norte-americano), de que são exemplo “Home Electrical” e “Operation Crossroads”.

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Como todos os griots, Kimi Djabaté nasceu no meio de uma comunidade repleta de músicos profissionais. É oriundo da aldeia de Tabato, na Guiné Bissau. Canta em língua mandinga e toca balafon desde os oito anos de idade. Vive em Portugal há mais de 10 anos. Tocou com gente de reconhecidos méritos como Mory Kanté Waldemar Bastos e Manecas Costa. Ultimamente, podíamos vê-lo em palco com o projecto Tama Lá que sempre deu um swing ocidental ao gumbé guineense e às canções afro-mandingas.
Kimi Djabaté pegou no repertório e nos músicos dos Tama Lá para lançar o primeiro disco em nome próprio. Um registo carregado de potenciais “hits”; onde a alma da música mandinga é modernizada sem cair no tal “som de Lisboa”. Pelo contrário, a fusão da música marcadamente mandinga com o trompete do alemão Johannes, a voz sensual e africanizada da italiana Ciara e, sobretudo a guitarra esguia, gingona, de rendilhado fácil (a fazer-nos recordar Franco) de Mamadi da Guiné Conacri, sem criar nada de excepcionalmente novo, consegue dar-nos um novo alento para voltarmos a escutar uma canção já conhecida. Por que a junção é bem sucedida. Por que Kimi, além de ser um virtuoso no balafon (aqui não nos apercebemos disso), enche um palco na forma expressiva e sanguínea como interpreta as suas canções. (in Crónicas da Terra, Luís Rei)

15JUN07 :: AMAC :: todos
90′ aprox. :: 21h30
5€ preço único
bilheteira: 21 214 7410 e-mail: bilheteira@cm-barreiro.pt

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Inaugura no próximo dia 1 de Junho (Dia Mundial da Criança), pelas 11.00h, no Auditório Municipal Augusto Cabrita, a exposição das ilustrações originais do livro “O Livro das Sete Cores”, comissariada por Ju Godinho e Eduardo Filipe e organizada pela Câmara Municipal do Barreiro.

Esta mostra é composta por cerca de 20 ilustrações originais de Jorge Martins para a obra “O Livro das Sete Cores”, escrito por Maria Alberta Menéres e António Torrado.

Publicada, pela primeira vez, em 1983 pela Moraes editores, esta obra foi recentemente reeditada pela Caminho.

O Livro das Sete Cores trata-se de uma colectânea poética onde as cores do arco-íris ganham vida e manifestam sentimentos. Esta obra incontornável da literatura infantil alcançou, em 1984, o Prémio Calouste Gulbenkian de Ilustração de Livros para Crianças.

Na inauguração estarão presentes os escritores e o pintor.

01JUN07 :: AMAC Piso 0 :: todos
11h00 :: inauguração
patente ao público até 31JUL07 de 3ª a domingo das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 22h00

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Com o concerto no Barreiro a Estoudiantina inicia a sua primeira digressão a Portugal que termina com a realização de concertos no norte do País. Formada por músicos de diferentes gerações esta formação musical grega é muito popular entre a juventude do seu País e em 2004 com o CD SMYRNE obteve o prémio para o melhor CD de música grega e vendeu 40000 cópias. Localizada na cidade de VOLOS é considerada uma das instituições que mais prestigia a cidade.

Intitulando-se como grupo de música tradicional grega, tem no seu repertório, naturalmente, as composições de Mikis Theodoraquis – autor da música do filme “Zorba o Grego” – Manos Haridakis e gostam de relembrar as canções da actriz Melina Mercouri. Mas a música da Estoudiantina visita também as melodias dos Balcãs, da Arménia e … de outros pontos do Mundo.

A hora e meia do espectáculo destes talentosos músicos é uma diversidade de ritmos, é uma mão cheia de maravilhosas melodias, é um som novo construídos por instrumentos gregos que não conhecemos bem. Como dizia alguém é um espectáculo que nos faz ficar de bem com a vida.

Director Artístico da Estoudiantina :: Andreas Katsiyannis
Ioannis Karamaniolas :: Contrabaixo

Dimos Vougioukas :: Acordeon
Apostolos Mosios :: Guitarra
Philippos Retsios :: Piano
Christos Daskalopopoulos :: Violino
Georgios Deligianni :: Clarinete
Andreas Katsiyannis :: Sandouri
Konstantinos Meretakis :: Percussão
Bekiaropopulos Panteleimon :: Bouzouki
Georgios Zifkos :: Trombone

08 de Junho de 2007 :: Sala Principal :: todos
Duração aproximada: 90′ :: Início: 21h30
Plateia: 7,5€ :: Frisa: 5€
Bilheteira: 21 214 7410 (encerra à 2ª feira)

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O que se passará dentro de um circo quando ninguém está a ver? À noite no escuro?
Estarão as luzes apagadas na arena? Haverá alguém dentro do circo? Estarão a fazer-se limpezas, arrumações?
Ninguém sabe, na verdade, porque quando não se está a ver tudo pode estar a acontecer. A única maneira de ultrapassar isso, é observar se há sombras projectadas para fora do circo. Se houver, então alguma coisa acontece lá dentro, porque onde há sombras, há luz e figuras pelo caminho…
Houve em tempos um circo que passeou pelo mundo sem nunca ter aberto as portas ao público. À noite, algumas crianças mais curiosas conseguiram descobrir que o espectáculo acontecia às escondidas de todos e que só se podia ver do lado de fora, através das sombras que se projectavam.
O atirador de facas, por exemplo, parecia ter uma pontaria muito afiada. Mas tudo o que sobrava dele, quando o circo partia para outra cidade, era as cenouras com que actuava… A bailarina, outra das grandes figuras da sombra, parecia uma mulher muito elegante e esguia. Mas quando o circo partia para outra cidade, os vestígios que deixava para trás mostravam que era afinal um homem…
Por isso concluiu-se que num circo de sombras nunca se sabe exactamente o que se passa. O que sabemos é que o circo tem sempre que surpreender o público com números novos. E para inventá-los é preciso o silêncio e a escuridão da noite, em que os animais dormem e descansam, uma música que atravesse o corpo e lhe dê energia, e a capacidade de inventar, com os mesmos objectos de todos os dias, qualquer coisa nova. Um circo novo. Tão novo, tão novo, que já não é bem circo, mas novo circo.
Por isso, ao entrarmos neste lugar, temos que estar preparados para ver dentro do escuro, num lugar onde nunca ninguém entra e onde nunca se sabe o que realmente acontece, mas onde se prepara qualquer coisa de muito especial.

Ficha Artística e Técnica
Conceito, Criação e Execução Carlos Oliveira e Fernando Romão.
Acompanhamento Artístico Giacomo Scalisi
Composição e Direcção Musicais Bruno Pernadas
Músicos Bruno Pernadas, João Correia, Ricardo Ribeiro e David Leitão.
Luz Cristóvão Cunha
Figurinos Maria Felizardo
Produção COTÃO, Associação Cultural.
Co-Produção Centro Cultural de Belém e ArtemredeEstrutura Financiada por Ministério da Cultura/Instituto das Artes

03JUN07 :: AMAC :: M/6

50′ s/intervalo :: 16h00
3€ preço único :: programação artemrede
bilheteira: 21 214 7410 (encerra à 2ª feira)

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